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	<description>O caminho lógico da sua produção</description>
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		<title>Nível de atividade da indústria caiu 11,2% em dezembro</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>factual</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Nível de Atividade da Indústria (INA) paulista caiu 11,2% em dezembro na comparação com novembro, de acordo com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), divulgado hoje (30), na capital paulista. Na comparação entre dezembro de 2011 com dezembro do ano anterior, houve crescimento de 0,6%. O Nível de Utilização da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Nível de Atividade da Indústria (INA) paulista caiu 11,2% em dezembro na comparação com novembro, de acordo com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), divulgado hoje (30), na capital paulista. Na comparação entre dezembro de 2011 com dezembro do ano anterior, houve crescimento de 0,6%. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) caiu 0,5%.<span id="more-1210"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Na análise por setores, o pior desempenho foi o dos produtos têxteis, que tiveram queda de 28,9% em dezembro ante novembro. Na comparação com dezembro de 2010, queda de 3,6%. De acordo com o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp, Paulo Francini, o resultado mostra o desempenho ruim das tecelagens durante todo o ano. “O setor sofreu uma agressão constante dos importados, por isso registrou essa trajetória de queda”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida vem o segmento de minerais não metálicos, com retração de 5,1% na comparação com novembro. Entretanto, registrou elevação de 5,5% na comparação com dezembro de 2010 e de 4,9% no acumulado de 2011 comparado ao resultado do ano anterior. O setor de móveis e indústrias diversas apresentou queda de 13,5% na comparação com novembro e 1,5% na comparação com dezembro de 2010 e alta de 5,3% no acumulado anual. “Nesse caso, a demanda ainda é cumprida pela indústria doméstica, que fica menos afetada pela concorrência do mercado externo”, disse Francini.</p>
<p style="text-align: justify;">O diretor avaliou que, apesar de o cenário econômico ser favorável, vários fatores contribuem para a queda da atividade industrial em alguns segmentos. “A indústria vem sendo agredida há tempos por coisas tais como a taxa de câmbio, política tributária, vantagens para importação e uma série de circunstâncias agressivas que fazem com que a produção doméstica da indústria seja muito ruim”.</p>
<p style="text-align: justify;">O diretor do Depecon ressaltou que a indústria não gerou empregos no ano passado e que a previsão é de fechamento de vagas no primeiro trimestre deste ano. E reafirmou que a expectativa de crescimento do setor industrial para este ano é modesta, em torno de 2%. “Temos um desempenho pobre da economia em 2012, temos os países querendo reagir a isso da melhor maneira possível, o cenário externo é agressivo. Nós projetamos crescimento abaixo dos 3%”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Fonte:</strong> Agência Brasil</p>
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		<title>Honda mira ao menos 25% do mercado de pequenos jatos executivos</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:27:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Honda Motor espera conquistar pelo menos 25 por cento do mercado mundial de jatos executivos de pequeno porte logo depois de entregar sua primeira aeronave no ano que vem, e há planos para entrar nos mercado brasileiro e chinês antes do que o previsto, disse um executivo da companhia.
A terceira maior fabricante de carros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1208" title="honda_mira" src="http://www.satlog.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/honda_mira.bmp" alt="honda_mira" />A Honda Motor espera conquistar pelo menos 25 por cento do mercado mundial de jatos executivos de pequeno porte logo depois de entregar sua primeira aeronave no ano que vem, e há planos para entrar nos mercado brasileiro e chinês antes do que o previsto, disse um executivo da companhia.<span id="more-1207"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A terceira maior fabricante de carros do Japão e maior nome do mundo em motocicletas e motores, está nos últimos passos para conseguir uma certificação do Hondajet, de 4,5 milhões de dólares.</p>
<p style="text-align: justify;">A previsão é aumentar o ritmo da produção para 80 por ano no primeiro semestre de 2013.</p>
<p style="text-align: justify;">A Honda recebeu mais de 100 encomendas do jato de sete lugares em três dias após começar a aceitar pedidos, em 2006, prometendo turbinas mais silenciosas, uma eficiência de combustível 20 por cento maior que a dos concorrentes e custos operacionais menores.</p>
<p style="text-align: justify;">A companhia não revelou um número atualizado de encomendas, mas o presidente-executivo da Honda Aircraft Company, com sede na Carolina do Norte, disse já ter um backlog de cerca de três anos, feitos por meio de representantes na América do Norte e na Europa.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estou muito otimista com nossas perspectivas”, declarou Michimasa Fujin, que deu início à incursão da Honda no setor aeroviário, em 1986, a um pequeno grupo de jornalistas na sede da Honda em Tóquio, nesta segunda-feira.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estamos fazendo com a HondaJet o que a Civic fez com os carros dos Estados Unidos a partir da década de 1960. Nossos concorrentes ainda estão produzindo com tecnologia dos anos 1990″, afirmou, em referência ao Cessna, da Textron, e à Embraer, que agora domina o mercado de jatos executivos de pequeno porte, estimado em 200 aeronaves por ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O Civic, conhecido por confiabilidade e durabilidade, sempre esteve entre os carros mais vendidos nos EUA desde seu lançamento em 1973, forçando gigantes como General Motors a fabricarem carros que atendessem às normas cada vez mais rigorosas de emissão do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Os planos da Honda de fabricar aviões remontam ao icônico fundador, Soichiro Honda. O HondaJet fará da companhia a única fabricante de carros do mundo a produzir o próprio avião.</p>
<p style="text-align: justify;">O motor vem de uma joint-venture com a General Electric. A Honda Aircraft buscar gerar lucro a partir de 2018, segundo Fujino.</p>
<p style="text-align: justify;">O setor de jatos executivos deve se recuperar neste ano após a crise econômica mundial ter prejudicado as vendas nos últimos três anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de o mercado de jatos executivos de pequeno porte ser tradicionalmente limitado à América do Norte e à Europa até agora, Fujino disse ter recebido uma ligação por semana da China, tanto de potenciais compradores quanto de revendedores.</p>
<p style="text-align: justify;">O interesse vindo do Brasil, Índia e Oriente Médio foi maior do que ele previa.</p>
<p style="text-align: justify;">“Neste momento queremos nos focar em entregar as encomendas que já temos, mas eu gostaria de entrar no Brasil e na China mais cedo do que o planejado”, disse, sem especificar um prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">A demanda em países emergentes pode elevar o mercado mundial de “jatinhos” para 300 por ano, estimou o executivo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Fonte:</strong> Reuters<br />
<strong>Foto: </strong>Divulgação</p>
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		<title>Secex e exportadores discutem regras para tradings</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>factual</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[As regras para a atuação das trading companies poderão se tornar mais simples a partir deste ano. Na sexta-feira, representantes da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento irão se reunir com membros de associações de exportadores para discutir a revisão do Decreto-Lei nº 1.248, de 1972, que disciplina as normas para o funcionamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1205" title="secex_ewxportadores" src="http://www.satlog.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/secex_ewxportadores.bmp" alt="secex_ewxportadores" />As regras para a atuação das trading companies poderão se tornar mais simples a partir deste ano. Na sexta-feira, representantes da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento irão se reunir com membros de associações de exportadores para discutir a revisão do Decreto-Lei nº 1.248, de 1972, que disciplina as normas para o funcionamento dessas empresas.<span id="more-1204"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A intenção do governo, segundo apurou o Valor, é simplificar o processo de criação dessas companhias e facilitar a interação com os produtores.</p>
<p style="text-align: justify;">“Queremos favorecer o elo entre tradings e pequenas empresas. É importante facilitar e garantir a participação dos pequenos. Nós queremos facilitar as primeiras exportações das pequenas empresas”, diz a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres.</p>
<p style="text-align: justify;">“As tradings foram consideradas intermediários por muito tempo e hoje seu papel é valorizado como o elo de ligação entre empresas de menor porte, sem experiência no mercado externo, com outros países. Queremos reforçar esse elo.”</p>
<p style="text-align: justify;">As exportações feitas pelas trading companies registraram, no ano passado, um ritmo de crescimento menor do que o das vendas externas totais do país.</p>
<p style="text-align: justify;">As tradings aumentaram os embarques em 19,3% no ano passado em relação a 2010, totalizando US$ 29,6 bilhões, abaixo do crescimento de 26,8% das exportações totais, que somaram US$ 256 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa queda, diz Tatiana, não significa que o setor está enfraquecido. O crescimento das exportações das tradings no ano passado foi menor na comparação com 2010, mas foi o terceiro maior desde 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre 2005 e 2011, as tradings elevaram as vendas externas em 188,3%, passando de US$ 10,3 bilhões em 2005 para US$ 29,6 bilhões no ano passado. No mesmo intervalo, as exportações totais brasileiras aumentaram 116%.</p>
<p style="text-align: justify;">As exportações das trading companies ficaram concentradas em produtos básicos no ano passado. Dos US$ 29,6 bilhões vendidos ao exterior em 2011, 87,1% foram desses itens. Os bens manufaturados representaram 8,4% do total e os semimanufaturados, 4,5%.</p>
<p style="text-align: justify;">O valor de itens básicos exportados representou novo recorde histórico para o segmento, com crescimento de 19,3% sobre as vendas externas de 2010, US$ 24,7 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">“Foi um ano importante para produtos básicos. Eles puxaram o ritmo das exportações. Um dos nossos desafios é contribuir para o aumento das exportações de manufaturados por tradings e incentivar as pequenas empresas a exportar por meio delas”, explica Tatiana.</p>
<p style="text-align: justify;">Na lista dos principais produtos básicos comercializados estão minério de ferro, soja em grãos, carne de frango, farelo de soja, milho em grão, carne bovina, carne suína, café em grãos e carne salgada.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os itens industrializados se destacam açúcar bruto, suco de laranja, preparações e conservas de carne de peru, café solúvel, tubos de ferro ou aço fundido e açúcar refinado.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior parte das mercadorias exportadas pelas tradings são originárias de Estados com atividades extrativistas e agrícolas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Pará liderou as exportações por intermédio das trading em 2011, totalizando US$ 11,8 bilhões, 40,0% do total vendido.</p>
<p style="text-align: justify;">Também se destacaram Minas Gerais, US$ 4,7 bilhões, participação de 15,9%; Espírito Santo, US$ 4,2 bilhões (14,4%); Mato Grosso, US$ 2,4 bilhões (8,2%) e São Paulo, US$ 1,6 bilhão (5,4%).</p>
<p style="text-align: justify;">As importações feitas pelas trading brasileiras, ao contrário das exportações, são compostas, quase na totalidade, por produtos manufaturados -95,4% das compras.</p>
<p style="text-align: justify;">No ano passado, os automóveis foram o principal item importado &#8211; US$ 2,1 bilhões, participação de 35,5% do total.</p>
<p style="text-align: justify;">Aparecem a seguir máquinas automáticas para processamento de dados, com US$ 249,3 milhões (4,1%), aparelhos transmissores e receptores de telefonia (US$ 244,6 milhões, 4,1%) e máquinas e aparelhos de terraplenagem &#8211; US$ 179,8 milhões, 3%.</p>
<p style="text-align: justify;">A China foi o principal fornecedor das tradings brasileiras no ano passado, somando US$ 1,5 bilhão, valor equivalente a 25,1% das compras totais no ano. Na segunda posição está a Argentina, US$ 1,1 bilhão, participação de 18,7%.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Fonte:</strong> Valor Econômico<br />
<strong>Foto:</strong> Divulgação</p>
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		<title>Passareiros podem dormir em Aeroporto de Paris</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:28:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois dos banheiros químicos, os franceses aparecem com mais uma novidade, trata-se do Sleepbox, um espaço destinado ao descanso dos passageiros. O projeto inovador é do Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris. Como o nome indica, trata-se de uma caixa de 2m x1,40m x2,30m para ter momentos de sono tranquilo e descanso, sem perda de tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-1201" title="Sleep-Box-interna" src="http://www.satlog.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Sleep-Box-interna-300x225.jpg" alt="Sleep-Box-interna" width="300" height="225" />Depois dos banheiros químicos, os franceses aparecem com mais uma novidade, trata-se do Sleepbox, um espaço destinado ao descanso dos passageiros. O projeto inovador é do Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris. Como o nome indica, trata-se de uma caixa de 2m x1,40m x2,30m para ter momentos de sono tranquilo e descanso, sem perda de tempo à procura de hotel. Idealizada para estações de trem, aeroportos, locais públicos, e outros locais onde haja aglomerações de gente exausta.<span id="more-1200"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer pessoa pode passar a noite em segurança e de forma barata, em emergência, num espaço que tem cama e está equipado com sistema de mudança automática de lençóis,  ventilação, alerta sonoro, televisão LCD incorporada, WiFi, plataforma para um computador portátil e fones recarregáveis. Há um espaço para as malas. O pagamento é feito em terminais, que dão ao cliente a chave (eletrônica) desde 15 minutos até várias horas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong>Portal CargoNews</p>
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		<title>FMI prevê crescimento de 3% para economia brasileira e reduz projeções globais</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 12:00:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu as projeções do crescimento da economia mundial em 2012 e 2013, de acordo com o relatório Perspectivas da Economia Mundial, na tradução livre de World Economic Outlook. O documento foi divulgado ontem (24), na capital norte-americana, Washington.
Para o Brasil, o FMI prevê um crescimento de 3% da economia neste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu as projeções do crescimento da economia mundial em 2012 e 2013, de acordo com o relatório Perspectivas da Economia Mundial, na tradução livre de World Economic Outlook. O documento foi divulgado ontem (24), na capital norte-americana, Washington.<span id="more-1197"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para o Brasil, o FMI prevê um crescimento de 3% da economia neste ano, abaixo da média global de 3,3%. Em 2010, a projeção de crescimento da economia brasileira foi de 7,5%, acima da média global de 5,2%.</p>
<p style="text-align: justify;">A redução da perspectiva de crescimento mundial foi motivada principalmente pela deterioração econômica na zona do euro. &#8220;A principal razão é o recrudescimento da crise na zona do euro, que interage com fragilidades financeiras em outros lugares&#8221;, diz o relatório.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o FMI, a crise na Europa também repercute de forma negativa nas economias emergentes. &#8220;O crescimento em economias emergentes também deve desacelerar por causa do pior ambiente externo e um enfraquecimento da demanda interna&#8221;, ressalta o documento.</p>
<p style="text-align: justify;">A previsão anterior para a economia mundial foi divulgada no ano passado e previa uma expansão de 4%. Para 2013, a perspectiva é de uma expansão de 3,9%, o que representa um corte de 0,6 ponto percentual. Para a zona do euro, o relatório prevê uma retração de 0,5% em 2012. A previsão anterior era de uma expansão de 1,1%. Para 2013, o relatório prevê uma recuperação lenta, com expansão de 0,8%.</p>
<p style="text-align: justify;">O relatório expressa ainda forte preocupação com a saúde financeira das instituições bancárias e também com a falta de medidas eficazes na busca do equilíbrio fiscal dos países europeus. &#8220;Especificamente, preocupações com perdas no setor bancário e com a sustentabilidade fiscal levaram a uma ampliação nos juros de títulos soberanos para muitos países europeus&#8221;, destaca o FMI.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a China, o relatório prevê uma expansão, em 2012, de 8,2%, uma diferença de 0,8 ponto percentual em relação à previsão anterior. Já em relação aos Estados Unidos, apesar dos riscos para a economia considerados pelo FMI, o relatório manteve a estimativa de crescimento de 1,8% em 2012. De acordo com o relatório, “o impacto desses eventos no crescimento será compensado pela forte demanda doméstica subjacente em 2012&#8243;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;No médio prazo, Estados Unidos e Japão devem formular e implementar um plano de consolidação factível, pois nenhum dos países pode confiar em sua condição de refúgio seguro&#8221;, sugere o organismo internacional no relatório.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong>Agência Brasil</p>
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		<title>Governo acredita que embargo russo à carne brasileira está próximo do fim</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 11:59:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O governo acredita que o embargo russo à importação de carnes brasileiras pode estar perto do fim. Após mais de seis meses do início do embargo a diversos frigoríficos, a distensão entre os dois países no tema nunca esteve tão próxima de levar a um acordo como agora, mas o embargo ainda não tem data [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O governo acredita que o embargo russo à importação de carnes brasileiras pode estar perto do fim. Após mais de seis meses do início do embargo a diversos frigoríficos, a distensão entre os dois países no tema nunca esteve tão próxima de levar a um acordo como agora, mas o embargo ainda não tem data para terminar.<span id="more-1195"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Célio Porto, a pasta enviará, até 10 de fevereiro, uma resposta ao relatório russo que detalha correções que deveriam ser feitas em plantas inspecionadas em novembro, durante missão nos estados de Goiás, São Paulo e Mato Grosso.</p>
<p style="text-align: justify;">O relatório chegou ao ministério apenas este mês, uma semana antes do ministro Mendes Ribeiro Filho se reunir com a ministra da Agricultura da Rússia, Yelena Skrynnik, durante evento em Berlim, na Alemanha, no último fim de semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o encontro, o ministro explicou à sua colega russa que o serviço de inspeção dos frigoríficos brasileiros é federal, tornando injustificável o embargo feito a estados, como foi feito ao Rio Grande do Sul, terra natal de Mendes Ribeiro, além do Paraná e Mato Grosso, embargados totalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o diretor de Programa da Secretaria de Defesa Agropecuária, Ênio Marques, que também esteve em Berlim, foi firmado um acordo entre dois países para que sejam feitas reuniões técnicas, depois das respostas aos relatórios, para gerar um “protocolo de equivalência”, equiparando as exigências de Brasil e Rússia na área sanitária.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Marques, a entrada da Rússia na Organização Mundial do Comércio (OMC), que deve ser aprovada pelo parlamento russo em breve, pode ajudar a resolver a questão, porque os russos disseram na reunião que passarão a aplicar os critérios da União Europeia, aos quais o Brasil já se adequa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos dias 17 e 18 de março, o ministério também deve sediar o Comitê Consultivo Agrícola Brasil-Rússia, feito pela última vez em 2010. A ministra Yelena, que durante encontro em Berlim pediu celeridade a seus técnicos para resolverem a questão da carne brasileira, disse que, se for mantida no cargo após as eleições presidenciais russas, que ocorrem em março, pode vir à reunião, além de participar da Conferência Rio+20, em junho.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da Rússia ter sido, por anos, o maior mercado comprador das carnes brasileiras, o embargo imposto a vários estabelecimentos do país não afetou, como se imaginava, as exportações brasileiras de carnes em 2011. Os embarques para a Rússia tiveram redução de 19,6%, mas, segundo Porto, foram compensadas pelo crescimento de 14,7% nas vendas para outros mercados.</p>
<p style="text-align: justify;">Por segmento, os embarques para a Rússia tiveram redução de 1,1% na carne bovina, 50,5% na de frango e 39,4% na suína. No entanto, para outros mercados, houve aumento de 11,5%, 19,9% e 7%, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Fonte:</strong> Agência Brasil</p>
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		<title>Novo terminal do aeroporto de Guarulhos deve ficar pronto sábado</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 11:47:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>factual</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com cerca de mil funcionários divididos em três turnos de trabalho, a Delta Construção garantiu à Infraero que vai entregar neste sábado, dia 21, o novo terminal do aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo. Essa é a data limite para que a construtora cumpra o contrato firmado com a estatal. Se não cumprir, será multada. Após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1192" title="Gru_Aerea" src="http://www.satlog.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Gru_Aerea-300x157.jpg" alt="Gru_Aerea" width="300" height="157" />Com cerca de mil funcionários divididos em três turnos de trabalho, a Delta Construção garantiu à Infraero que vai entregar neste sábado, dia 21, o novo terminal do aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo. Essa é a data limite para que a construtora cumpra o contrato firmado com a estatal. Se não cumprir, será multada. Após dez dias para ajustes operacionais, a Infraero promete que no início de fevereiro Cumbica terá um novo terminal em operação.<span id="more-1191"></span></p>
<p>A entrega das obras do Terminal 4 &#8211; embora só existam até hoje os terminais 1 e 2 &#8211; coloca fim a um contrato conturbado.</p>
<p>Em julho do ano passado, o projeto foi contratado em regime de urgência pela Infraero, portanto, sem licitação.</p>
<p>O argumento usado para justificar o acordo foi a demanda projetada para as festas de fim de ano, as quais, segundo a Infraero, poderiam causar um caos em Cumbica se o novo terminal não entrasse em operação.</p>
<p>O fato é que o projeto não foi entregue para o fim do ano e a Infraero teve de “se virar no braço”, como definiu o presidente da estatal, Gustavo Vale.</p>
<p>O contrato firmado com a Delta é de R$ 85,75 milhões. Segundo a Infraero, o atraso na obra foi resultado de um incidente ocorrido em dezembro, quando parte da cobertura do terminal caiu e a empresa foi obrigada a trocar toda a estrutura.</p>
<p>“As obras passaram por um acidente de percurso, mas no fim tudo deu certo. No início de fevereiro o aeroporto já terá esse novo terminal em pleno funcionamento”, diz João Márcio Jordão, diretor de aeroportos da Infraero.</p>
<p>O novo terminal, diferentemente dos chamados “puxadinhos”, tem uma estrutura definitiva.</p>
<p>Segundo a Delta Construções, na área de embarque foram instalados 34 balcões de check in, dez portões de embarque e seis portões de checagem de segurança com equipamentos de raio X, além de esteiras de bagagem.</p>
<p>A área de desembarque tem três posições para entrega de bagagens. O terminal foi equipado com cinco elevadores e dois estacionamentos, com capacidade para 600 veículos.</p>
<p>A estrutura foi erguida no antigo terminal de cargas da Vasp, que era ocupado para guardar cargas detidas ou abandonadas.</p>
<p>Para aproveitar a estrutura do local, a Infraero decidiu que fará o mesmo tipo de intervenção no hangar da Transbrasil, que fica ao lado da estrutura da Vasp.</p>
<p>Dessa vez, no entanto, a intenção é passar o projeto para o concessionário que vencer o leilão de Cumbica, programado para 6 de fevereiro.</p>
<p>A decisão da Infraero de contratar uma empreiteira sem realização licitação causou polêmica. Auditores do Tribunal de Contas da União (TCU) questionaram a escolha da Delta Construções para tocar as obras, já que a empresa não acumulava experiência nesse tipo de projeto.</p>
<p>A empresa não comenta o assunto. Em setembro do ano passado, a Justiça Federal em São Paulo chegou a determinar a paralisação da obra. A Infraero, no entanto, conseguiu reverter a decisão e as obras foram retomadas.</p>
<p>A concessão do aeroporto de Guarulhos prevê a construção de seu terceiro terminal. A previsão da Infraero é de que a estrutura esteja em operação já em 2014, com capacidade inicial de receber 7,5 milhões de passageiros por ano.</p>
<p>Quando for concluído, sua capacidade saltará para até 18,8 milhões de pessoas, anualmente.</p>
<p>Em 2010, o aeroporto teve crescimento de 23% no volume de passageiros sobre o ano anterior, recebendo 26,8 milhões de pessoas. No ano passado o volume chegou a 31,5 milhões de passageiros.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Valor Econômico<br />
<strong>Foto:</strong> Divulgação</p>
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		<title>Para CNI, crise externa e corte de gastos abrem espaço para novas reduções da taxa Selic</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 11:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>factual</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mesmo com a redução de 0,5 ponto percentual dos juros básicos da economia, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) alega que a taxa pode ser reduzida ainda mais. Em comunicado, a entidade avalia que os juros, que passaram para 10,5% ao ano, continuam acima dos padrões internacionais, o que torna evidente a existência de espaço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mesmo com a redução de 0,5 ponto percentual dos juros básicos da economia, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) alega que a taxa pode ser reduzida ainda mais. Em comunicado, a entidade avalia que os juros, que passaram para 10,5% ao ano, continuam acima dos padrões internacionais, o que torna evidente a existência de espaço para novos cortes.<span id="more-1189"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação da confederação, as turbulências econômicas internacionais continuam trazendo incertezas e restringindo o crédito em escala global, o que também abre condições para a continuidade dos cortes. “A CNI considera ser necessário dar continuidade ao ciclo de redução dos juros, de modo a atenuar os efeitos da baixa atividade mundial na economia brasileira e evitar novo movimento de valorização cambial”, destacou a nota.</p>
<p style="text-align: justify;">A entidade defende ainda que o governo, em 2012, repita o corte de gastos executado em 2011 para complementar a política monetária. Para a CNI, a redução das despesas públicas ajuda a conter a inflação sem a necessidade de que a trajetória de cortes na taxa Selic, que mede os juros básicos, seja interrompida. A confederação, no entanto, ressaltou que os cortes devem se concentrar nos gastos de custeio (manutenção da máquina pública), sem afetar os investimentos federais.</p>
<p style="text-align: justify;">“A entidade defende rigor na execução do Orçamento de 2012, com o contingenciamento de despesas para assegurar o cumprimento da meta de superávit primário [economia de recursos para pagar os juros da dívida pública]. Essa ação, contudo, não pode comprometer o cronograma dos investimentos prioritários para a melhoria da infraestrutura e indispensáveis ao crescimento”, concluiu o comunicado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> Agência Brasil</p>
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		<title>Copom reduz taxa básica de juros para 10,5% ao ano</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 11:42:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>factual</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela quarta vez seguida, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual. Por unanimidade, os juros básicos da economia passaram de 11% para 10,5% ao ano, sem viés – sem possibilidade de revisão da taxa até a próxima reunião, no início de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pela quarta vez seguida, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual. Por unanimidade, os juros básicos da economia passaram de 11% para 10,5% ao ano, sem viés – sem possibilidade de revisão da taxa até a próxima reunião, no início de março.<span id="more-1187"></span></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O Copom entende que, ao tempestivamente, mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, um ajuste moderado do nível da taxa básica é consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012&#8243;, destacou o colegiado em comunicado.</p>
<p style="text-align: justify;">No começo de 2011, o colegiado de diretores do BC tinha retomado o processo de aperto monetário como forma de combater o aumento da inflação. O Copom elevou a Selic por cinco reuniões seguidas até atingir o pico de 12,5% ao ano, em 20 de julho. No período, o aumento acumulado foi 1,75 ponto percentual.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir do segundo semestre do ano passado, no entanto, o comitê entendeu que era hora de afrouxar a política monetária, uma vez que a deterioração da economia externa – notadamente na Europa e nos Estados Unidos – contribuía para a redução de pressões inflacionárias no mercado interno. Mesmo contra críticos do mercado financeiro, e até de dentro do próprio BC, o Copom aprovou, por 5 a 2, a primeira redução no fim de agosto.</p>
<p style="text-align: justify;">A diminuição da Selic está em linha com as expectativas do mercado. De acordo com o boletim Focus, levantamento com instituições financeiras divulgado toda semana pelo BC, a maioria dos analistas projetava corte de 0,5 ponto percentual. Pela pesquisa, o mercado prevê mais reduções nos próximos meses e projeta que os juros básicos encerrem 2012 em torno de 9,5% ao ano.</p>
<p style="text-align: justify;">A redução da taxa Selic ajuda a estimular a atividade econômica, à medida que barateia o crédito e estimula o consumo. Os juros mais baixos também melhoram as contas do governo ao reduzirem os custos da dívida pública. A taxa menor afeta ainda o câmbio e estimula as exportações ao conter a entrada de dólares e diminuir a queda do valor da moeda norte-americana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> Agência Brasil</p>
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		<title>Governo vai dificultar importação de telefones celulares de baixa qualidade</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:06:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>factual</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governo brasileiro quer dificultar a importação de telefones celulares de baixa qualidade. A entrada dos aparelhos deverá ser previamente certificada pela Agência Nacional de Telecomunicações  (Anatel). Segundo o governo, a medida serve para garantir a segurança dos produtos e impedir a concorrência desleal aos empresários nacionais. A iniciativa foi acertada ontem (12) entre os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O governo brasileiro quer dificultar a importação de telefones celulares de baixa qualidade. A entrada dos aparelhos deverá ser previamente certificada pela Agência Nacional de Telecomunicações  (Anatel). Segundo o governo, a medida serve para garantir a segurança dos produtos e impedir a concorrência desleal aos empresários nacionais. A iniciativa foi acertada ontem (12) entre os ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e das Comunicações, Paulo Bernardo, que se reuniram para discutir o assunto.<span id="more-1185"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, as avaliações de qualidade dos aparelhos telefônicos comprados no exterior são feitas depois de ingressarem no Brasil. Com a mudança das regras, o importador terá que apresentar o certificado emitido pelo órgão regulador. “Queremos impedir a entrada no País de aparelhos de baixa qualidade”, disse Pimentel</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Pimentel, a decisão visa a atestar a qualidade do produto antes de ingressar no país. “Com essa medida, o exame para ver o produto atende as normas de segurança e a operacionalidade será prévio. Esses celulares vêm sendo importados de maneira volumosa e temos muitos problemas de qualidade técnica”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Para atuar como certificadora, a Anatel deverá ter a autorização aprovada pela Câmara de Comércio Exterior (Camex). A reunião está prevista para ocorrer no próximo dia 25, no qual o tema será colocado em votação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> Agência Brasil</p>
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